3 lembretes para um PSI em crise
Que o trabalho da psicologia trás altos e baixos isso a gente já esta farto de saber, mas vim aqui hoje passar alguns lembretes para
Psicóloga clínica
CRP 08/28360
Olá,
Eu sou a psicóloga Catarina Dias Palacio Rodrigues, atuo seguindo a abordagem da Gestalt Terapia na área clínica desde o final de 2018 com atendimentos de todas as idades, incluindo casal e família.
Tenho experiência prática e teórica nas área de hospitalar, assistência social, na escola e com a psicologia perinatal. Atualmente atendo, e sou proprietária, na clínica Humana.Mente tendo como foco o atendimento clínico de todas as idades incluindo o atendimento especializado de gestantes, puérperas e suas famílias.
Atuo também da área de Avaliação Psicológica, fazendo avaliações para cirurgia bariátrica, vasectomia/laqueadura e para cirurgias de mudança de sexo.
Acredito em uma psicologia mais humana, com uma visão global de todos os seus âmbitos e que tenha influência positiva na vida de cada sujeito.
Portanto, meu objetivo é proporcionar um atendimento clínico especializado a pessoas que encarem o desafio de solucionar seus problemas e se aprofundar em suas características pessoais, bem como, compartilhar conhecimentos a profissionais da área sobre a minha forma de atuação.
Frequentemente a psicologia pode vir a ser definida como “o estudo do comportamento e dos fenômenos mentais subjacentes”, ou seja, preocupa-se com o comportamento humano bem como com os processos psicológicos que estão na base da saúde física e psicológica. De uma forma mais abrangente, podemos também dizer que a Psicologia atenta nos diferentes aspectos da experiência humana.
Porém não se trata de um conceito inalterável, pois a Psicologia tem vindo, cada vez mais, a ser definida em termos de campos de estudo específicos em vez de como um todo. A Psicologia do Desenvolvimento, a Psicologia Organizacional e a Psicologia Social são alguns dos exemplos mais conhecidos, entre muitos outros.
Um psicólogo traz consigo um conjunto de métodos científicos pré-definidos combinados com competências e experiencias humanas que visam, de uma forma bem resumida:
O Psicólogo entende os problemas psicológicos essencialmente como consequências de experiências de vida e experiências relacionais, ligadas à maneira como a pessoa foi desenvolvendo a sua maneira de lidar consigo e com os outros. Assim sendo, o trabalho deste profissional passa pela intervenção psicoterapêutica, pelo aconselhamento psicológico ou outras modalidades que visem a promoção do desenvolvimento do indivíduo, focando-se nos processos mentais, emocionais e fisiológicos que afetam o comportamento e funcionamento humano.
De uma forma geral, o Psicólogo estuda e diagnostica os problemas do indivíduo através de entrevistas, questionários e instrumentos de avaliação, sempre no âmbito de uma relação estabelecida entre o profissional e o cliente e dentro de uma moldura psicossocial. De resto, os benefícios da Psicologia e da Psicoterapia emergem da relação terapêutico estabelecida entre o cliente e o terapeuta durante o desenrolar de cada processo.
A formação de um Psiquiatra desenvolve-se no âmbito da Medicina, isto é, frequentou um curso de Medicina após o qual se especializou em Psiquiatria. Neste sentido, um Psiquiatra é um médico. De uma forma geral, a Psiquiatria tem por objetivo tratar as doenças mentais que possuem uma causa orgânica (endógenas). Neste sentido, utiliza exclusivamente o modelo médico, tanto no diagnóstico como no tratamento das doenças. Aqui os problemas são vistos como uma doença ou perturbação, no âmbito dos quais o psiquiatra recorre a recursos da medicina.
A confidencialidade faz parte das normas de Ética do Psicólogo e é essencial para o decorrer do processo terapêutico. Para além da manutenção da absoluta confidencialidade, o psicólogo é responsável por estabelecer um ambiente que assegure a privacidade da melhor forma possível.
Existem, contudo, algumas situações nas quais a confidencialidade poderá ser quebrada. Eis algumas dessas situações:
1) Perigo para si próprio ou outros: Quando a um caso de perigo do paciente realizar algum ato que represente um perigo real e presente para si próprio (ex.: suicídio) ou quando há algum risco para outros.
2) Crimes contra qualquer pessoa, podendo ser citado, abuso de crianças, idosos ou sujeitos com deficiência mental ou física: Em muitos países, é exigido ao psicólogo que relate todo o conhecimento credível que tenha acerca de uma situação de abuso presente ou passado. Isto aplica-se tanto a situações nas quais o cliente foi vítima de abuso quanto naquelas em que este seja / tenha sido o abusador.
Deixando claro que o profissional psicólogo irá deixar claro quando o código de ética será quebrado, quando este ato não representar risco para o profissional. Se desejar você poderá consultar o Código de Ética Profissional do psicólogo, lá terá todas as possíveis situações da quebra de confidencialidade.
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Psicóloga clínica
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